Associação Colecção B | Março é mês de Alteridades!

Os Ciclos de São Vicente propõem uma incursão pelo espaço do ‘outro’, do ‘diverso’, mesmo quando próximo. Sobre as culturas tão próximas — e tantas vezes tão distantes — como a cultura africana e a cultura brasileira. Em comum, o uso da língua portuguesa.  Diversos os contextos, os autores e as formas da comunicação, diversas as referências culturais e as formas artísticas. Há cinema brasileiro  e guineense. E música caboverdiana! E Teatro no Exílio, no dia Mundial do Teatro!
Não faltem! Entrem no Ciclo!
Ciclos de S. Vicente 
Igreja de São Vicente
Évora
 
Dia 19
 22h | Jam Session #4 
Venha participar nesta sessão aberta de Contacto-Improvisação.
Com Mara Barreiros e Daniel Catarino na improvisação de voz.
Oficina de Movimento
Dia 20
22h | Outros Cinemas
José Carlos Schwarz, a voz do povo (Adulai Jamanca, 2006)
No início dos anos 70, num país fragmentado em dezenas de etnias e em plena guerra de independência, José Carlos Schwarz criou o primeiro agrupamento musical da Guiné-Bissau, o ‘Cobiana Djazz’. José Carlos cantava em crioulo e criou uma forma musical que ainda hoje unifica os guineenses. Este documentário conta-nos a história do poeta e fundador da música moderna da Guiné-Bissau, que morreu num acidente aéreo em 1977, com apenas 27 anos.
Os mestres loucos (Jean Rouch, 1955)
“O título – Os Mestres Loucos – promete a quem ainda não teve a oportunidade de ver este filme ímpar e evoca ainda mais a quem, incansavelmente como perante um mistério revelado, se prepara para o rever. Ensaio escrito no ritmo ofegante de uma urgência – existem as necessidades ditas naturais, não existirão também as necessidades culturais? -, ensaio sobre os senhores loucos ilustrado pelos gestos rituais dos servos que se tornaram mestres e senhores da loucura.”(Regina Guimarães, Buala – Revista de Arte Contemporânea Africana).
 
Os mestres loucos
Dia 21
22h | Noites com Leituras #4 – Venha ler dramaturgia africana connosco.
Textos de Leite de Vasconcelos (Moçambique), António Aurélio Gonçalves (Cabo Verde), Mia Couto (Moçambique).Textos de Leite de Vasconcelos (Moçambique), António Aurélio Gonçalves (Cabo Verde), Mia Couto (Moçambique), Fernando de Macedo (S. Tomé e Príncipe) e José Mena Abrantes (Angola).Textos de Leite de Vasconcelos (Moçambique), António Aurélio Gonçalves (Cabo Verde), Mia Couto (Moçambique), Fernando de Macedo (S. Tomé e Príncipe) e José Mena Abrantes (Angola).
Apresentação do livro ‘As orações de Mansata’, de Abdulai Sila, pela Cena Lusófona, com a presença de António Augusto Barros, director artístico Escola da Noite e Presidente da Cena Lusófona.
Dia 22
22h | Blind Date #3
Encontros improváveis.
Os Blind dates envolv em lógicas de criação que privilegiam os processos em detrimento das obras e valorizam a informação através de estratégias de participação e de envolvimento dos públicos. Ocasião para modos de formular pontos de vista, de estabelecer diálogo, de criar reflexivamente em torno dos corpos e dos espaços. Importam-nos respostas? Não mais do que a formulação de perguntas. Conhecem-se os dois convidados? Não, mas isso pode não fazer diferença nenhuma. É o processo, o colocar em acto o diálogo, a improbabilidade dos modos do diálogo que está em jogo. Nunca o outro foi tão desconhecido!
Dia 23
22h | Concerto Bilan
Hoje bem um curandêr 
Música Cabo-Verdiana / Improvisação
Bilan (Voz e Guitarra), David Estêvão (Contrabaixo), Tiago Mota (Guitarra), Luís Pedro (Bateria)
“Bilan pode ser enquadrado numa reinvenção mais cosmopolita e urbana da música cabo-verdiana com Sara Tavares ou, a pouco conhecida em Portugal, Carmen Souza. Em qualquer dos casos, as raízes de Cabo Verde são cruzadas com a natural globalização de cultura e música vividas pelas novas gerações; sente-se a cadência morna ou cálida, como se adivinha o mainstream internacional, os ensinamentos do jazz, os arremessos do rock, a soul, o r&b. Os temas que se ouvem de Bilan com o seu quarteto partem do seu país para o mundo conhecido, como acontece com os restantes compatriotas desta vaga. Mas as raízes das ilhas que caíram da Lua parecem ir aqui mais além. (Eduardo Sardinha, Central Musical).
Entrada 3€ (2€ jovens, estudantes, desempregados, idosos)
Mais informação em CentralMusical.pt
Bilan
Dia 27
18h | Práticas Documentais, Práticas Documentadas
Apresentação do livro Teatro Alemão no Exílio, de Patricia-Laure Thivat
Entre a formação e a informação, as Práticas Documentais, Práticas Documentadas solicitam ao espectador que escolha, tome decisões, avalie e retire consequências. Uma mesa, materiais de documentação disponibilizados: venha escolher, perguntar, partilhar!
Em dia Mundial do Teatro, temos a oportunidade para apresentar o livro Teatro Alemão no Exílio, uma publicação Licorne / Colecção B, com apoio da Universidade de Évora (CHAIA), que nos faz retornar à discussão do papel da cultura em tempos de exílio, talvez não tão distante da nossa realidade…
22h | Outros Cinemas
Macunaíma (Joaquim Pedro de Andrade, 1969)
Um clássico do cinema brasileiro, o  filme permite muitas interpretações, com alusões ao desenvolvimentismo, ao tropicalismo e à luta armada que corria solta nos ‘Anos de Cumbo’, sem perder a ligação com a obra literária na qual se baseia ( obra homónima de Mário de Andrade), com apariç ão de vários personagens do  folclore brasileiro, tais como o Caipora.
 
Macunaíma
Dia 28
22h | Noites com L eituras # 5
Venha ler dramaturgia brasileira contemporânea connosco.
Textos de Luiz Felipe Botelho, Fernando Lira, Claudia Barral, Marcos Barbosa.
Mixart
Dia 24
Projecto de Aptidão Profissional de Marion Simões, no âmbito do curso profissional de Organização de Eventos, Epral
Colaboração Colecção B
Espaço Celeiros
Entrada 3€
17h – 20h | Inauguração das Exposições, 17h – 20h
                Pintura de Corinne Guillaume, França
                Video e fotografia de Lola Burgade e Pedro Seromenho, França
23h | Espetáculo de andas com Arawak Crew
        Noite com Djs
03h | Espetáculo de fogo com Arawak Crew, 03h
 __________________________
Colecção B, Associação Cultural
Estrutura Financiada
Governo de Portugal
Secretaria de Estado da Cultura
Direcção-Geral das Artes
Apoio Câmara Municipal de Évora
266 704 236 / 919 306 951
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